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Vila Olímpica

Onde as estrelas se encontram

Foto: André Motta/brasil2016.gov.br

Quando as centenas de delegações desembarcarem no Rio de Janeiro em 2016, com seus milhares de atletas e demais profissionais envolvidos nos Jogos, o primeiro destino será a Barra da Tijuca. A região foi escolhida para receber a Vila Olímpica e Paralímpica, casa dos atletas durante as competições. É lá que os esportistas passarão parte do tempo quando não estiverem em suas provas ou treinos.

O local reúne os mais variados grupos de atletas, com suas diferenças culturais, religiosas e de idioma. Os dias de hospedagem na Vila proporcionam um grande intercâmbio cultural e geram oportunidades de troca de experiências entre as maiores estrelas do esporte mundial.

A Vila foi entregue ao Comitê Rio 2016 em 15 de junho de 2016 e tem capacidade para receber 17.950 atletas e integrantes de equipe técnica durante os Jogos, em 3604 apartamentos. São 31 edifícios, e todos eles têm unidades adaptadas para pessoas com deficiência ou pouca mobilidade. As portas são mais largas, os chuveiros são mais altos, os corredores mais amplos e os elevadores têm espaço para duas cadeiras de rodas ao mesmo tempo.

Foto: Gabriel Heusi/brasil2016.gov.br

A vila foi incluída na Parceria Público Privada que viabilizou grande parte do Parque Olímpico e, desta forma, não contou com aporte de verba pública. Cerca de 18 mil pessoas trabalharam na construção. Foram usados 430 mil metros cúbicos de concreto, equivalente a 215 piscinas olímpicas, e 43 mil toneladas de aço. A infraestrutura inclui ainda 360km de tubulações (água, esgoto e gás), 7,5 km de fios e cabos e 3,8km de ciclovias.  

Sustentabilidade

A Vila dos Atletas ganhou pré-certificação LEED ND (ligada ao desenvolvimento de bairros), concedida pelo Green Building Council, entre outras certificações. O empreendimento tem 10 mil m2 de telhados verdes, que reduzem a sensação térmica, e conta com 75 placas solares para aquecimento da água. Além disso, cerca de 85% dos resíduos gerados na obra foram reaproveitados. Uma estação de tratamento permite ainda que a água que é usada para lavar as mãos e tomar banho seja reutilizada em vasos sanitários e na irrigação, gerando economia de cerca de 40% no consumo.

Previsão de conclusão: entregue
Tipo de instalação: nova e permanente
Ente financiador: privado (financiamento da Caixa Econômica Federal)
Valor: R$ 2,909 bilhões (financiamento da Caixa Econômica Federal: R$ 2,33 bilhões; recursos próprios - terreno: R$ 579 milhões)
Executor: privado