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Handebol

05/12/2017 10h51

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No Acampamento Nacional de handebol, jogadoras se espelham em ídolos da Seleção

Jovens participaram das atividades no Centro de Desenvolvimento, em São Bernardo do Campo (SP). CT foi construído com recursos do Ministério do Esporte

O Acampamento Nacional Infantil Feminino terminou, no último sábado (02.12), no Centro de Desenvolvimento do Handebol, em São Bernardo do Campo, interior paulista. O grupo contou com 66 jovens de 14 estados. Entre as meninas de 14 anos, muitas sonham jogar profissionalmente no futuro, e, enquanto esse dia não chega, elas se espelham em nomes do handebol brasileiro que estão disputando o Campeonato Mundial da Alemanha.

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CT acolheu 66 jovens, de 14 estados, durante treinamento. Foto: Divulgação/CBHb

"Na Seleção Brasileira, gosto muito da Fernanda França, ponta esquerda. Eu sou canhota e jogo na direita, mas ela é meu ídolo, é muito determinada, aguerrida, chama o time dentro de quadra, sempre eufórica. O sonho que eu tenho é de me tornar uma jogadora profissional, e que seja igual ou até melhor do que ela", disse Ana Luísa dos Santos, do Rio de Janeiro.

Kelly Rosa, de São Paulo, também tem como ídolo uma atleta da Seleção Brasileira. "Gosto muito do estilo de jogo da Duda Amorim, que é meia esquerda, a mesma posição que jogo. Me espelho muito no jogo dela, porque eu também sou chutadora, e ela tem um jogo muito de força. Enquanto assisto aos jogos dela, vejo as jogadas que ela cria, vejo a trajetória que ela faz, os pontos mais fortes e gosto de analisar todos os movimentos. Gosto muito também da Ana Paula Rodrigues, que é a central da Seleção, porque é uma jogadora muito inteligente, tem muitos passes legais, então eu acompanho as jogadas dela", afirmou.

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Foto: Divulgação/CBHb

Tanto Ana Luísa quanto Kelly se conheceram durante o Acampamento e criaram grande ligação uma com a outra. Afinal, além dos treinamentos, palestras e aprendizados em geral, o projeto também cria amizades.

"Foi muito gratificante vir para cá. Só de saber de tantas meninas que jogam no Brasil, e fui uma das 66, isso é gratificante. Cada dia no Centro foi melhor que o outro, não só pelos treinos, mas pelas amizades que a gente faz. Uma menina ajudando a outra, e essa união é muito boa. Cada uma tem uma história de vida, vem de um lugar diferente, é um momento muito especial que todas irão levar para o resto da vida", falou Ana Luísa.

"Achei a experiência sensacional, porque o Brasil é gigante e ser selecionada é muito gratificante. Conhecemos muitas pessoas de fora, os treinos foram muito bons, fizemos amizades e aprendemos coisas novas", completou Kelly.

Fonte: Confederação Brasileira de Handebol